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Início OpiniãoA Dupla Face das Redes Sociais na Saúde Mental de Estudantes Universitários: Análise Quantitativa e Medidas Preventivas

A Dupla Face das Redes Sociais na Saúde Mental de Estudantes Universitários: Análise Quantitativa e Medidas Preventivas

por Redação CPAH

O rápido avanço da Internet redefiniu os padrões de interação social, tornando as redes sociais (RS) uma ferramenta onipresente, mas de natureza dupla-face no que tange à saúde mental dos estudantes universitários. Uma análise quantitativa recente investigou como os padrões de uso das RS impactam o bem-estar psicológico desses estudantes, categorizando o uso em ativo e passivo.

Padrões de Uso e Seus Efeitos Psicológicos

A pesquisa utilizou o questionário de Uso Ativo e Passivo de Rede Social, a Escala de Comparação Social Ascendente, a Escala de Qualidade de Amizade e o Questionário de Saúde Mental para coletar dados. Os resultados demonstraram que a forma como os estudantes se envolvem nas redes sociais modula significativamente a qualidade de suas amizades e sua saúde mental:

Uso Ativo de RS: O uso ativo de redes sociais mostrou-se significativamente e positivamente correlacionado com a qualidade da amizade e com indicadores psicológicos positivos. A qualidade da amizade desempenhou um papel de mediação total na previsão de indicadores psicológicos positivos no uso ativo, sugerindo que o engajamento direto e proativo beneficia integralmente o bem-estar.

Uso Passivo de RS: O uso passivo de redes sociais apresentou efeitos mais complexos:

Teve um efeito positivo significativo na comparação social ascendente (upward social comparison).

Teve um efeito negativo significativo na qualidade da amizade e na psicologia positiva.

No entanto, o uso passivo pôde afetar positiva e significativamente a psicologia positiva dos estudantes através da cadeia de comparação social ascendente e qualidade de amizade.

A qualidade da amizade atuou como mediador parcial na previsão de indicadores psicológicos positivos e negativos no uso passivo.

Variabilidade do Uso e Tendências Demográficas

A análise dos dados revelou diferenças notáveis no comportamento de uso das RS:

Tempo Médio de Uso: O tempo médio gasto em RS é de 4,52 horas por dia, variando entre 1 e 8 horas.

Diferenças de Gênero: Alunas (sexo feminino) gastaram significativamente mais tempo por dia em RS (4,63) do que os alunos (4,41). A intensidade geral de uso e o escore de uso negativo foram significativamente maiores para as alunas.

Diferenças de Nível de Graduação: Foram encontradas diferenças significativas em cinco aspectos do uso de RS (número de amigos, tempo médio por dia, intensidade de uso, uso negativo e uso pessoal ativo) em termos de nível de graduação (freshman a junior), com exceção do uso público ativo. Notavelmente, os estudantes do primeiro e último ano (freshman e junior) gastaram significativamente mais tempo em RS do que os do segundo ano (sophomore).

Contramedidas Preventivas Recomendadas 

Com base na vulnerabilidade dos estudantes a fatores indesejáveis do uso excessivo de RS, são propostas contramedidas preventivas para mitigar o impacto negativo na saúde mental:

Oferta de Cursos e Órgãos Consultivos: As universidades devem oferecer cursos relevantes sobre o uso correto das RS e estabelecer uma organização de aconselhamento em saúde mental no campus para fornecer soluções e orientação oportunas.

Organização de Atividades Extracurriculares: Organizar uma variedade de atividades divertidas extracurriculares pode efetivamente limitar o uso excessivo de RS, promover o intercâmbio emocional e melhorar a adaptabilidade social dos estudantes.

Uso Racional de Mídias Sociais: Os estudantes devem controlar o tempo de uso, reduzir as interações online e envolver-se em mais atividades interpessoais na vida real ou hobbies alternativos como exercícios e leitura para preencher o tempo livre.

Construção de Autopercepções Positivas: É fundamental cultivar a capacidade dos estudantes de escolher um objeto de comparação razoável e ver a si mesmos de uma perspectiva positiva, evitando comparar suas desvantagens com informações distorcidas e idealizadas veiculadas nas RS.

Referência:

JIA, Zhiping. Quantitative Impact Analysis of Social Network Usage Patterns on College Students’ Mental Health and Preventive Countermeasures. Applied Mathematics and Nonlinear Sciences, v. 9, n. 1, p. 1-12, 2024. DOI: 10.2478/amns-2024-2877.

Alguns destaques

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