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Intradermoterapia no tratamento do melasma: Uma revisão da literatura

Diversas modalidades terapêuticas são empregadas no tratamento do melasma, e a intradermoterapia, uma técnica injetável que visa a administração de ativos específicos na derme, tem se destacado como uma opção promissora.

por Redação CPAH

O melasma, uma condição comum de hiperpigmentação da pele, afeta majoritariamente mulheres e é caracterizado por manchas escuras na face, braços, pescoço e colo. Suas causas são multifatoriais, incluindo fatores hormonais, genéticos e exposição solar. Diversas modalidades terapêuticas são empregadas no tratamento do melasma, e a intradermoterapia, uma técnica injetável que visa a administração de ativos específicos na derme, tem se destacado como uma opção promissora.

A literatura científica recente tem investigado a eficácia da intradermoterapia com diferentes ativos no tratamento do melasma. Um estudo clínico randomizado realizado por Karrabi et al. (2021) comparou a eficácia do ácido tranexâmico em creme com a intradermoterapia com o mesmo ácido, demonstrando resultados significativos na melhora do melasma em ambos os grupos, sem diferenças significativas entre eles. Iraji et al. (2019) também relataram resultados promissores com a combinação de ácido tranexâmico e ácido ascórbico em intradermoterapia, observando redução significativa na área e gravidade do melasma após 12 semanas de tratamento.

Kaleem et al. (2020) conduziram um ensaio clínico controlado comparando a intradermoterapia com ácido tranexâmico e solução salina, e seus resultados indicaram uma redução significativa na gravidade do melasma no grupo tratado com ácido tranexâmico. Além disso, Balevi et al. (2017) investigaram a combinação de ácido salicílico e vitamina C em intradermoterapia, observando melhora tanto na qualidade de vida relacionada ao melasma quanto na gravidade da condição.

Em suma, a intradermoterapia com ativos específicos, como ácido tranexâmico, ácido ascórbico, ácido salicílico e vitamina C, tem demonstrado resultados promissores no tratamento do melasma, com melhora significativa na aparência das manchas e na qualidade de vida dos pacientes. No entanto, mais estudos são necessários para determinar a combinação ideal de ativos e o protocolo de tratamento mais eficaz para cada paciente.

Referência:

LOPEZ, Daniela; RODRIGUES, Fabiano de Abreu. Intradermoterapia em melasma. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, v. 7, n. 10, p. 1821-1825, 2021.

Imagen © Freepik

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