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Estudo indica que música pode ser chave para fortalecer a memória e melhorar a saúde cerebral

Através da análise das interações com a música - tocando instrumentos ou cantando - o estudo ilumina a ideia de que o engajamento ativo na música desde a infância pode desempenhar um papel vital na preservação da função cognitiva ao longo da vida.

por Redação CPAH

Estudo realizado pela Universidade de Exeter traz evidências animadoras sobre como a música pode ser uma chave para fortalecer a memória e melhorar a saúde cerebral, especialmente como uma medida preventiva contra o declínio cognitivo e a demência. Através da análise das interações com a música – tocando instrumentos ou cantando – o estudo ilumina a ideia de que o engajamento ativo na música desde a infância pode desempenhar um papel vital na preservação da função cognitiva ao longo da vida.

A percepção de que o envolvimento formal e ativo com a música, em contraste com a simples audição, pode oferecer benefícios cognitivos mais significativos, sugere uma reavaliação potencial do papel da música na educação e no estilo de vida. Tal abordagem não apenas enriquece a experiência cultural e emocional, mas também contribui para a saúde cerebral a longo prazo.

O estudo enfatiza a importância da música como uma estratégia preventiva e terapêutica potencial, especialmente relevante no contexto do envelhecimento global da população e do aumento dos casos de demência. A ênfase na aprendizagem musical formal destaca a necessidade de incorporar a música de maneira mais integral nos sistemas educacionais e manter a prática musical ao longo da vida.

Além disso, o estudo sugere áreas para futuras investigações, como os efeitos do aprendizado de um instrumento musical na adultez, prometendo insights sobre intervenções efetivas para combater o declínio cognitivo. A diversidade dos benefícios cognitivos associados a diferentes formas de engajamento musical sublinha a complexidade da relação entre música, cérebro e cognição, e aponta para a possibilidade de abordagens personalizadas no uso da música como terapia cognitiva.

O apoio de neurologistas, como Brandon Crawford, aos achados do estudo, reforça a ideia de que a música pode ser uma poderosa ferramenta não farmacológica para apoiar a saúde do cérebro. As observações sobre a neuroplasticidade e os benefícios emocionais da música complementam as descobertas do estudo, oferecendo esperança para estratégias preventivas e terapêuticas mais integradas e acessíveis.

Resumindo, a pesquisa da Universidade de Exeter expande nossa compreensão do papel da música, não apenas como uma forma de arte ou entretenimento, mas como um elemento essencial na promoção da saúde cerebral e na prevenção do declínio cognitivo. Sugerindo que a música deveria ser considerada parte das recomendações de estilo de vida para manter a mente afiada na terceira idade, o estudo abre caminho para uma abordagem mais holística e prazerosa na manutenção da saúde cognitiva.

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