Início ColunaNeurociências A inteligência artificial, a manipulação genética e o futuro da humanidade reptiliana: Uma análise sobre a ausência de empatia e a busca por um mundo ideal

A inteligência artificial, a manipulação genética e o futuro da humanidade reptiliana: Uma análise sobre a ausência de empatia e a busca por um mundo ideal

Seria a manipulação genética a chave para criar mentes de alto QI sem empatia, capazes de salvar a humanidade de si mesma?

por Dr. Fabiano de Abreu Agrela Rodrigues

A analogia com pessoas com Asperger, como Elon Musk, Greta Thunberg, Bill Gates e Mark Zuckerberg, é intrigante. Essas pessoas, “carentes” de empatia devido às circunstâncias do espectro, mas providas de alta inteligência, destacam-se na sociedade. A formatação literal do pensamento e a interpretação da empatia as fazem seguir ideais, sejam estes positivos ou não para a humanidade, mas não movidos pela empatia, e sim pela racionalidade e pelo objetivo.

Mas será que a falta de empatia é realmente uma vantagem?

Zuckerberg, ao destruir o cérebro humano com suas redes sociais, e Gates, ao tentar encontrar a cura de doenças, são exemplos de como a racionalidade e a falta de empatia podem ter consequências positivas e negativas. Greta Thunberg, por outro lado, levanta bandeiras que, por vezes, sugerem mais uma meta do que propriamente uma sensibilidade.

E o que dizer das pessoas de alto QI fora do espectro?

Elas são tão movidas emocionalmente que a empatia as afasta das competições, deixando-as de fora do mundo dos milionários. Pois são mais suscetíveis a evitar competições devido à alta empatia, e para ser rico, é necessário ter frieza sobre a concorrência.

Então, a manipulação genética seria a solução para criar líderes maquiavélicos capazes de liderar a humanidade?

A resposta não é simples. A criação de mentes de alto QI sem empatia pode ser uma faca de dois gumes. Por um lado, essas mentes podem ser capazes de resolver grandes problemas que a humanidade enfrenta, como a mudança climática ou a pobreza. Por outro lado, elas podem representar uma ameaça à nossa própria existência, se usarem sua inteligência para manipular e controlar a população.

É importante lembrar que a inteligência artificial e a manipulação genética são ferramentas poderosas que podem ser usadas para o bem ou para o mal.

Cabe a nós, como sociedade, decidir como usaremos essas tecnologias para moldar o futuro da humanidade. Devemos ter cuidado para não criar monstros que nos destruam, mas sim usar essas ferramentas para criar um mundo melhor para todos.

O futuro da humanidade está em nossas mãos.

Referências:

Alguns destaques

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