Início ColunaEstética Mamoplastia reconstrutora: Restauração da autoestima e impactos da neurociência e genômica

Mamoplastia reconstrutora: Restauração da autoestima e impactos da neurociência e genômica

Este artigo foca em aspectos técnicos da mamoplastia reconstrutora, explorando os impactos da neurociência e genômica no processo de recuperação.

por Dr. Bora Kostic

Introdução 

A mamoplastia reconstrutora é um procedimento cirúrgico essencial para a restauração física e emocional de mulheres após a mastectomia ou danos significativos às mamas. Este artigo foca em aspectos técnicos da mamoplastia reconstrutora, explorando os impactos da neurociência e genômica no processo de recuperação.

Técnicas de reconstrução mamária 

As técnicas de mamoplastia reconstrutora incluem implantes mamários, expansores teciduais e reconstrução mamária autóloga. Cada técnica é escolhida com base nas necessidades individuais da paciente.

Impactos neurocientíficos na recuperação 

As neurociências desempenham um papel crucial na recuperação de pacientes submetidas à mamoplastia reconstrutora. Estudos sugerem que a restauração da imagem corporal pode ter efeitos positivos sobre a neuroplasticidade, auxiliando na recuperação emocional e na melhoria da qualidade de vida (Yurov, Vorsanova, & Iourov, 2009).

A genômica na personalização do tratamento 

A genômica permite a personalização do tratamento, identificando predisposições genéticas que podem influenciar a recuperação e resposta aos procedimentos reconstrutivos (Mayakonda, Lin, Assenov, Plass, & Koeffler, 2018).

Considerações pós-operatórias e apoio emocional 

O cuidado pós-operatório e o apoio emocional são fundamentais. O impacto da perda da mama pode ser profundo, exigindo suporte psicológico antes e após a cirurgia.

Conclusão 

A mamoplastia reconstrutora é um passo essencial na recuperação integral da paciente, englobando aspectos físicos, emocionais e psicológicos. A integração da neurociência e genômica no processo não apenas melhora os resultados físicos, mas também contribui significativamente para a saúde mental e qualidade de vida das mulheres.

Referências

  1. Yurov, Y., Vorsanova, S., & Iourov, I. (2009). GIN’n’CIN hypothesis of brain aging: deciphering the role of somatic genetic instabilities and neural aneuploidy during ontogeny. Molecular Cytogenetics, 2, 23.
  2. Mayakonda, A., Lin, D., Assenov, Y., Plass, C., & Koeffler, H. (2018). Maftools: efficient and comprehensive analysis of somatic variants in cancer. Genome Research, 28, 1747-1756.

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